Boas opções para driblar safra menor de vinhos europeus e as apostas nacionais

É Top , , , , , , ,

O clima na Europa não deu trégua em 2017. Após um inverno rigoroso, com geadas em várias regiões,  veio o verão com temperaturas que chegaram a 40 graus em muitos países, afetando diretamente os vinhedos e a colheita de uvas. Embora Itália e França já tenha divulgado uma drástica redução na produção de vinhos neste ano, a expectativa, segundo Luiza Martini, sócia da Casa do Vinho – Famiglia Martini  (na foto, em destaque, de Paulo Cunha), é que a safra 2017 seja menor, mas de ótima qualidade. “O verão, muito quente e seco, diminuiu a chance de aparecimento de doenças, já que a maioria delas se associa ao apodrecimento das uvas. De forma geral, a safra foi menor, porém de ótima qualidade, com uvas saudáveis e boa maturação”, afirma Luiza, que visitou vinhedos na Europa, recentemente.

“Enquanto aguardamos as surpresas dos vinhos de 2017, o consumidor pode experimentar e conhecer outros bons exemplos de safra”, com preços bem acessíveis e excelente custo benefício, como os seguintes, encontrados na  Casa do Vinho – Casa Martini:

  • Mocali Fosseti Rosso Toscano IGT 2013 (R$ 59,00) – Com excepcional custo-benefício, esse é um tinto italiano macio, redondo, com toques de frutos vermelhos maduros. É um vinho de perfil gastronômico, combina com os mais diversos pratos, inclusive pizza. Fácil de agradar e está pronto pra beber
  • Quinta do Soque 2010 (R$ 98) – Esse saboroso vinho português da região do Douro, em Portugal, boa complexidade e bem elaborado. Elegante no paladar e aroma fino de frutos vermelhos, com toques florais. Vinho de médio corpo, muito equilibrado o que faz dele um vinho coringa, que agrada a diversos tipos de gostos –
  • Mas du Soleilla l’Intrus 2008 (R$ 195,00) – Um corte de uvas onde a Carignan entra quase que como uma intrusa no blend com Syarh e Grenache. Feito com maestria, este tinto francês de cor escura e sabor intenso é mais complexo, mais elaborado, e está num ponto ótimo para ser degustado. Ricamente encorpado, tem um final com taninos macios, fino e aromático. Wine Spectator 90 pts a Martini, sócia da Casa do Vinho – Famiglia Martini, visitou os vinhedos da Europa, recentemente, e atesta que a colheita foi de uvas saudáveis e boa maturação – www.casadovinho.com.br 

Outra sugestão dos especialistas é apostar nos vinhos nacionais. O espumante Adolfo Lona Orus “Silvia 1972”, lançado este ano, foi eleito “Melhor Vinho do Ano” pelo Guia Adega Vinhos do Brasil 2017/2018, principal referência de vinhos nacionais.  O espumante recebeu 93 pontos, sendo descrito como “profundo e de fruta vermelha mais madura, cheio de cremosidade, bom volume de boca, acidez vibrante e final cheio e persistente, com traços minerais, de ervas, de morangos e de frutos secos. Um espumante de ossos fortes, que impressiona pela força mostrada de modo refinado”.  Produzido pelo enólogo Adolfo Lona, na região de Garibaldi, o “ Silvia 1972” é uma edição especial do Orus Pas Dosé, em homenagem à esposa Silvia e ao ano de casamento do casal. É um Nature Rose Clair, elaborado com as uvas tintas Merlot e Pinot Noir e maturado por 30 meses em caves climatizadas. O rótulo é distribuído com exclusividade em Minas Gerais nas cinco lojas da Casa Rio Verde em Belo Horizonte e pelo VinhoSite, loja virtual da importadora.

Os amantes da bebida também encontram na importadora os outros seis rótulos com a assinatura de Lona: Brut Rosé, Brut Charmat, Demi-sec, Nature, Brut Champenoise e Orus Pas Dosé, os três últimos elaborados pelo método Clássico ou Tradicional. http://www.vinhosite.com.br

 

 

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *