Meus dias de vampira

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Porque, de vez em quando, dá vontade de ouvir música francesa, de óculos escuros, no meio da tarde, com cortinas fechadas. Começar com Bruni e finalizar com Brel. Sem dispensar o inglês do Paramore, sobrevoando florestas. Nem o baianês metálico...

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Você passeia de Rolls-Royce no meu coração

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“_ Blima, Blima, Blima. Você passeia de Rolls-Royce no meu coração!”, dizia Tio Décio quanto eu ia visitá-los no Castelinho. E continuava: “_ Você é o alfinete da minha fralda”. Bem se vê que ele já passara dos 70 e...

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Ao mestre Lorenzato, com meu rosto debulhado em lágrimas

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Nunca vou me esquecer do dia em que conheci o velho Lorenzato. Eu ainda menina, fui visitá-lo numa casinha linda, num descampado, cercada por varais, onde uma escultura , em tamanho, natural, representava sua falecida esposa, cuidando dos afazeres domésticos....

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Crônica: Aos mortos de Ouro Preto

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Vejo o tempo passar à medida em que meus passos ladeira acima tornam-se mais lentos. Mesmo assim, saio pelas ruas de Ouro Preto em busca de um tema. Na Ponte dos Contos, alguns hippies vendem artesanato. Imediatamente estou nos anos...

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Crônica: Agosto, mês do desgosto? Origem das superstições, o dia 13 e amuletos

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Estava “Seu” Wile Ferreira com a sobrinha sentados em frente de casa, no caminho que liga Ouro Preto a Mariana, quando avistaram um vulto branco seguido por um cachorro. A menina perguntou o que era. “Isso é aparição de agosto,...

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Meu estranho mal estar em Portugal e uma homenagem ao colega Artur Almeida

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Portugal é um lugar que nos desperta lembranças adormecidas, de um passado longínquo e sentimentos imemoriais. Acordei hoje com a notícia do passamento do colega Artur Almeida, e lembrei-me do mal súbito que me acometeu na “terrinha”. Talvez tenha passado...

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Não foi com medo de avião, crônica a Belchior

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Fico me perguntando: qual seria o primeiro nome de Belchior? Assim como este, outros enigmas rondam a vida do cantor. Talvez seja este o privilégio dos mitos: nascerem rodeados de mistérios e encantos. E assim permanecerem, envoltos em brumas, em...

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Somos românticos, antes de tudo: crônica aos jornalistas

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Com seus óculos grossos de acetato preto. Pela fumaça acesa em seus cinzeiros, a velha máquina e os plantões mantidos. As noites longas e o café pequeno. Porões cheios, redações vazias. Idos 70 de torturas tantas. A voz ecoa mesmo...

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