Coletivo Olho de Vidro explora o tema Mina-jeje, nação africana que viveu em Ouro Preto entre os séculos 18 e 19

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O Coletivo Olho de Vidro, formado pelos fotógrafos Alexandre Martins, Antônio Laia, Eduardo Tropia e Heber Bezerra e pelo poeta Guilherme Mansur, em sua décima segunda exposição, explora o tema Mina-jeje, a nação africana que viveu em Ouro Preto entre os séculos 18 e 19. Os mina-jeje eram um povo que foi escravizado na Costa da Mina, no antigo Reino do Daomé, hoje Benin, e mandado em navios negreiros para o Brasil, principalmente para trabalhar nas minas, em Minas Gerais.
Um povo praticante do vodu, os mina-jeje deixaram na cidade, além do patrimônio material, o imaterial, como o canto, a dança, os instrumentos de percussão, a comida, as lendas etc. A mostra ONDE O POVO MINA-JEJE procura percorrer com liberdade de olhares e de criação um pouco do universo de origem africana na cidade.

 

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